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Instituto Gourmet tem um aumento de 35% em novas matrículas
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Com a crise do coronavírus, diversos segmentos do franchising foram afetados, principalmente os que demandam atendimento presencial do consumidor. Isso fez com que as marcas passassem a analisar outros meios para continuar prestando serviços de qualidade e manter o faturamento.

O Instituto Gourmet, rede de franquias de ensino profissionalizante em gastronomia, manteve as unidades fechadas durante o pico da pandemia – meses de março, abril, maio e a primeira quinzena de junho – e para manter seus alunos e franqueados motivados, criou diversas ações para compreender individualmente quais eram as maiores dificuldades apresentadas.

“No início do isolamento, mantivemos todas as atividades administrativas através do home-office ou em escalas e criamos ações para tranquilizar nossos franqueados durante esse momento de incertezas”, comenta Robson Fejoli, sócio diretor da rede.

A marca passou a realizar encontros semanais com os franqueados para entender o cenário dentro de cada região e buscar efeitos da pandemia, também foram realizados treinamentos de operações comerciais e marketing, além da flexibilização de pagamentos de royalties e fundo de maketing. “Indicamos que fizessem negociações de aluguéis e contenção de despesas com as franquias e flexibilizamos o pagamento dos alunos”, informa.

E em meio a tudo isso, a rede anunciou uma nova garota propaganda, a Ana Maria Braga, “conhecemos a história da Ana e ela é uma marca muito forte quando falamos de gastronomia no Brasil. Além disso, ela está inserida num programa de TV aberta e sua popularidade atinge principalmente nosso público alvo”.

Com a reabertura do comércio, o Instituto Gourmet retornou as atividades em algumas regiões com 75% da ocupação das salas de aulas e mesmo com desafios, o feedback tem sido positivo. “Nosso maior desafio no momento é manter apenas 12 alunos por aula. Uma turma que tinha em média de 30 alunos tivemos que diluir pela metade e isso é um desafio, pois os custos dobram, mas estamos gerindo. É um investimento a mais que estamos fazendo, pois estamos seguindo à risca as questões de referência de cada município”, pontua.

 

Aceitação do Ensino Híbrido

 

Com o fechamento das salas, o Instituto Gourmet adicionou aulas online à sua grade curricular. Nomeado “Aprender para Empreender”, o módulo foi criado para suprir essa necessidade de ministrar as aulas à distância.

Lançadas duas vezes por semana, as aulas são gravadas e exibidas com chat aberto e em tempo real para que os alunos tirem dúvidas com os instrutores e outros alunos. “Resolvemos abrir as aulas online e chat a nível Brasil e não segmentado por unidade, pois percebemos que essa troca de conhecimento era necessária para nossos alunos”, comenta Fejoli.

O conteúdo digital é considerado um bônus e não implica com o conteúdo e carga horária presencial. São duas disciplinas disponíveis a de Confeitaria Criativa para quem está matriculado nos cursos de Confeiteiro Profissional, Doceiro Profissional e Cake Design e o de Cozinheiro Express para quem está matriculado nos cursos de Cozinheiro Profissional, Padeiro Profissional, Cozinheiro Funciona & Fit e Chef Mix. Ambos com 12 módulos com duração de duas horas.

“Com o ingresso do Ensino Híbrido, nós também percebemos uma proximidade muito maior, conseguimos acompanhar cada particularidade dos alunos e eles estão criando um próprio network onde trocam dicas, experiências, tiram dúvidas”, pontua. A tendência é que mesmo com a volta 100% das aulas presencial, o ensino online continue agregando valor para os alunos.

“A procura de cursos profissionalizantes em gastronomia segue crescendo, pois perante uma crise como a que estamos passando, ele pode se tornar uma virada de chave importante para empreender”, finaliza. Desde o retorno das aulas presenciais, a rede já notou um aumento de 35% nas matrículas nas unidades.

 

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